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37 ANOS
AO SERVIÇO DA FORMAÇÃO

CURSO LABORAL

Conforto Térmico na Industria NOVO

Porto | Gaia - 14 de Junho de 2019

INTRODUÇÃO

Ao entrarmos em ambientes fechados como espaços amplos, depósitos, supermercados e indústrias podemos notar que a temperatura interna costuma ser mais elevada que a externa. E isso acontece muitas vezes devido às características construtivas desses ambientes.
Não raro é possível que esses espaços tenham um aumento na temperatura entre 5ºC e 10ºC. Para quem precisa trabalhar diariamente nesses locais, esse é um valor significativo e que deve ser considerado.
 
Nas indústrias o problema é ainda mais grave, já que dependendo do tipo de produção, das máquinas e dos equipamentos presentes pode haver um aumento da sensação de calor, o que gera inúmeros desconfortos, queda de produtividade, aumento no número de afastamentos médicos e até mesmo acidentes de trabalho provocados pela desatenção.
Justamente por toda essa situação é que o conforto térmico é regulado por algumas normas da segurança do trabalho e precisa ser uma preocupação constante dos gestores, garantindo que seus funcionários encontrarão um ambiente adequado para executarem suas funções.
 
Infelizmente, nem todas as plantas industriais foram pensadas de maneira a considerarem o conforto térmico como algo importante, o que resulta em ambientes fabris totalmente fora das regulamentações e que podem expor seus funcionários a situações degradantes.
Mas, hoje, já é possível encontrar soluções que ajudem a tornar esses espaços mais confortáveis, sem a necessidade de grandes reformas ou da instalação de sistemas onerosos.

OBJETIVOS

No fim do Curso, os Participantes serão capazes de:
  • Ter noção do que é conforto térmico
  • Saber quais as vantagens de se preocupar com o conforto térmico na sua indústria
  • Saber quais as normas que regulam o conforto térmico em ambientes fabris    
  • Conhecer as melhores soluções para melhorar o conforto térmico na sua empresa
  • Distinguir os diferentes processos de Ventilação; ventilação ambiente e localizada
  • Ter conhecimento do valor mínimo de renovação de ar por espaço, em função da sua utilização e do tipo de fontes poluentes nele existente
  • Seleccionar o ventilador adequado em função dos critérios de selecção, tais como
     - O tipo de local
     - A classe de fluido a transportar e as suas características
     - A configuração da instalação
     - Caudal e pressão, necessários
     - Nível acústico admissível.
     - Tipo de alimentação
  • Ter noção do conceito de “varrimento do local”
  • Ter noção de captação localizada
  • Detectar os erros mais comuns nas renovações de ambientes
  • Efectuar cálculos simplificados de instalações tipo.

PROGRAMA

1. Noções Gerais
  • Constituição do ar
  • Factores de viciação
  • Condições a realizar nos locais de permanência de pessoas

2. Tipos de ventilação
  • Ventilação Ambiente
  • Ventilação Localizada
 
3. Processos de ventilação
  • Ventilação Natural
     - Factores que influem na ventilação natural
     - Vantagens e inconvenientes da ventilação natural
  •  Ventilação Artificial 
     - Ventilação diferencial
     - Ventilação mecânica
     - Ventilação adiabática

4. Partes principais de uma instalação de ventilação
  • Tomada de ar
  • Câmara de poeiras
  • Filtros (finalidade, classificação e características)
  • Ventiladores (finalidade, classificação, curvas características, fixação, etc.)
 
5. Purificação do ar
  • Generalidades
  • Factores a serem considerados na escolha do equipamento
  • Equipamentos para a recolha e eliminação de partículas
  • Equipamentos para a recolha e eliminação de contaminantes gasosos
  • Filtros, via seca, via húmida e electrostáticos
  • Ciclones
  • Lavadores de gases
 
6. Funcionamento de uma instalação
  • Critérios de selecção do ventilador
  • Redes de distribuição; seu traçado
  • Dimensionamento das condutas
  • Disposição das bocas de introdução e de evacuação do ar
  • Regulação e controlo
  • Critérios de selecção do equipamento filtrante
 
7. Erros mais comuns nas instalações de ventilação
  • Inexistência de entrada de ar ou entrada de ar insuficiente
  • Aberturas das entradas de das saídas de ar muito próximas “curtos circuitos”
  • Incorrecta colocação das entradas em relação às saídas (criação de zonas mortas)
  • Colocação de obstáculos à frente dos extractores ou das entradas.
  
8. Exemplos de Instalações Tipo

INTERESSA A

  • Técnicos/as Superior Profissional em Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança
  • Responsáveis pela Higiene e pela segurança nas indústrias e nos locais de permanências de pessoas
  • Projetistas de instalações fabris e responsáveis por gabinetes de projectos nas áreas da Aerodinâmica e da Termodinâmica nomeadamente do AVAC
  • Responsáveis pela manutenção dos equipamentos de aerodinâmica e de termodinâmica nas instalações de AVAC e nas indústrias com processos fabris poluidoras, nomeadamente na indústria da madeira, na indústria metalúrgica e metalomecânica, nas indústrias químicas, e outras.
  • Quadros responsáveis da manutenção das instalações industriais nas empresas onde laboram
  • Todos os interessados em aprofundar o seu conhecimento neste tema

MÉTODOS PEDAGÓGICOS

  • Expositivo, Activo e Interactivo com recurso a Multimédia
  • Durante a exposição serão referidos, sempre que possível, casos práticos específicos das diversas situações.

MONITORIA

Carlos Martins Pereira, Eng.

Licenciado em Engenharia e Gestão Industrial. Bacharel em Engenharia Mecânica. Curso de Especialização, no Instituto Superior de Formação NEU, em Lille - França, nas Áreas de Climatização, Ventilação, Condicionamento de Ar Têxtil, Arrefecimento de Águas, Despoeiramento, Transporte Pneumático, Captação Destroçamento e Recuperação de Desperdícios, Limpeza Centralizada por Vácuo e Gestão de Energia. Sócio Gerente da Empresa Aerotermo, Lda., de Estudos, Projectos e Montagens de instalações industriais nas áreas da Aerodinâmica e Termodinâmica. Sócio Gerente de Aerovouga, Lda., do mesmo ramo e  Vento Domável, Lda, esta vocacionada para as energias renováveis, eólica, solar e fotovoltaica. Foi Formador do Módulo "Climatização", na Escola Secundária Fontes Pereira de Melo, no Porto, no âmbito do Curso "Frio e Climatização". Formador na APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado, no âmbito dos cursos "Técnico de Sistemas de Climatização" e "Técnico de Electricidade Aplicada à RAC". Formador no IEFP do Porto - Instituto de Emprego e Formação Profissional no âmbito do Curso Técnico de "Refrigeração e Climatização". Formador no ISQ do Porto - Instituto de Soldadura e da Qualidade, no âmbito dos Cursos "Técnico de Equipamentos Domésticos" e "Reparação e Instalação de Equipamentos AVAC". Autor da Publicação "Tecnologia da Climatização". Responsável por Instalações Industriais de Ventilação/Climatização e Despoeiramento/Transporte Pneumático realizadas em mais de 60 Empresas.

LOCAL

HOTEL HOLIDAY INN PORTO GAIA
Rua Diogo de Macedo, 220
4400-107 Vila Nova de Gaia
Tel:  223 747 541
Fax: 223 747 576

Junto ao CTT das Devesas

HORÁRIO

Dia 14 de Junho
 
08:45 – 09:00   Recepção
09:00 – 11:00   Curso               14:00 – 16:00
11:00 – 11:30   Coffee-breaks   16:00 – 16:30
11:30 – 13:00   Curso               16:30 – 18:00
13:00 – 14:00   Almoço

PREÇO

O valor da inscrição é de 260.00 € (+ 23% IVA), valor total de 319.80 € pagável ao CENERTEC até à data de realização do Curso e inclui: 
 
  • Acesso à Documentação de Apoio 
  • Certificado SIGO
  • Coffee-Breaks
  • Almoço
  • Estacionamento gratuito no Hotel

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Carlos Martins Pereira, Eng.

Ficha de Inscrição

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